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Com Andrea Beltrão, “ANTÍGONA” chega ao SESC Santo André

por Redação.

City Portal
19/07/2017 16:58:00
 
Dirigido por Amir Haddad, clássico da cultura ocidental verbaliza a condição humana e a necessidade de insurgências em tempos de exceção
 
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Foto|Guga Melgar
 
Considerada pelo filósofo alemão G.W.F Hegel uma tragédia ao mesmo tempo antiga e moderna, por discutir direito natural e o conceito ocidental de justiça, “Antígona”, de Sófocles, pertence à última parte da trilogia tebana, iniciada pela saga de Édipo Rei. A versão do diretor Amir Haddad para o clássico, com interpretação de Andrea Beltrão, tem uma curtíssima temporada no Sesc Santo André, entre os dias 21 e 23 de julho, com sessões na sexta-feira, às 21h; no sábado, às 20h; e no domingo, às 18h. Os ingressos custam até R$40.
 
Após 2.400 anos de sua primeira montagem na Grécia Antiga, a peça apresenta um eterno retorno às raízes do mito, da obra, do autor e dos pilares da cultura e da civilização ocidentais. No plano simbólico e filosófico, a narrativa de Antígona remete às tensões entre o divino e o humano, à temporalidade dos deuses, à angústia humana diante da imortalidade, à justiça como uma benevolência dos deuses e às dimensões ética e humana. Sófocles abre, também, uma dimensão política e existencial, a partir do tema da morte.
 
A montagem ainda aborda o derradeiro instante da vida como ponto de cisão, de crise, necessária a qualquer reflexão sobre a nossa condição. Evocando uma retrospectiva entre o ato do nascer e do momento final, a morte não abriria apenas uma causalidade física, mas mostraria a demarcação em indivíduos do simbólico numa determinada cultura: a necessidade presente – enterrar o irmão morto – pelo respeito às leis da ancestralidade, e as condições políticas num determinado período histórico.
 
Escrita por volta de 442 a.C, a obra de Sófocles narra a tragédia de Antígona, filha de Édipo e irmã de Etéocles e Polinice. Depois que Édipo comete o parricídio e incesto, admite a culpa trágica e cega os próprios olhos, seus descendentes iniciam uma disputa pelo poder. Os irmãos homens acabam se matando em uma briga pelo trono.
 
Sem nenhuma descendência masculina, Creonte, o mais próximo da linhagem de Jocasta (mãe-esposa de Édipo), ganha o título para governar Tebas. Em seu primeiro edito, o tirano decreta como deverá ocorrer o cerimonial fúnebre de Etéocles e Polinice. O primeiro ganha a honra de ser sepultado de acordo com as leis divinas; o segundo, para servir de exemplo aos demais cidadãos de Tebas, tem seu corpo abandonado aos cães e aves de rapinas
 
Ao saber do decreto do monarca, Antígona se revolta com o fato de Polinice ser enterrado sem os devidos ritos sagrados. Ela se mostra insubmissa às leis humanas e batalha para que o corpo do irmão possa ser apropriadamente velado.
 
Com tradução de Millôr Fernandes e dramaturgia de Amir Haddad e de Beltrão, o espetáculo atesta a vertiginosa capacidade das tragédias gregas de mostrar o dilaceramento da razão frente às paixões da alma; a condição humana sempre levada pela incerteza das contingências e pela tardia chegada da consciência diante dos acontecimentos.
 
Como destaca Millôr na primeira encenação para a sua tradução: “Se o céu fosse azul, o pão bem distribuído, a escola aberta, o amor proclamado, o riso permitido, a fé diversificada, o mérito reconhecido, Antígona estaria morta e enterrada entre milhões de alfarrábios que perderam força na literatura dramática de todos os tempos”.
 
Andrea Beltrão acaba de ser indicada ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) 2017, na categoria de “Melhor Atriz”.
 
FICHA TÉCNICA:
 
“Antígona”, de Sófocles
Tradução: Millôr Fernandes
Dramaturgia: Amir Haddad e Andrea Beltrão
Direção: Amir Haddad
Com: Andrea Beltrão
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurino: Antônio Medeiros
Direção de Movimento: Marina Salomon
Cenário e Projeto Gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque (Cubículo)
Mídias Sociais: Rosa Beltrão de Farias
Operação de Luz: Vilmar Olos
Desenho de Som: Andrea Zeni
Trilha Sonora: Alessandro Persan
Apoio Sonorização: Áudio Cênico
Montagem Cênica: Ricardo Rodrigues
Camareira: Conceição Telles
Administração: Sérgio Canizio
Desenvolvimento Turnê Nacional:Trigonos Produções Culturais
Produção: Boa Vida Produções
 
SERVIÇO:
“ANTÍGONA”
21/07, sexta-feira, às 21h; 22/07, sábado, às 20h; e 23/07, domingo, às 18h. 
Teatro
Ingresso:R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (aposentado, pessoa com 60 anos ou mais, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante), R$ 10,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc  e dependentes). Venda limitada a 6 ingressos por pessoa ou CPF.
Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Santo André– Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André - Telefone: (11) 4469-1200
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 6 | Outros – R$ 11
Informações sobre outras programações: http://www.sescsp.org.br/santoandre

CÁSSIA ELLER – O MUSICAL confirma novas datas antes de reestreia no Teatro Opus, em SP

por Redação.

City Portal
17/07/2017 16:34:00
 
Após rodar o país e ser visto por milhares de pessoas, espetáculo que retorna a capital paulista, estendeu temporada até 13 de agosto
Temporada de 21 de julho a 13 de agosto
 
O “Cassia Eller – O Musical” estreia apenas no próximo dia 21 de julho, no novíssimo Teatro Opus (Shopping Villa-Lobos), em São Paulo, mas já teve a sua curta temporada prorrogada até o dia 6 de agosto.
 
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 Crédito|Marcos Hermes
 
O espetáculo que já foi visto por mais de 150 mil espectadores após percorrer as 27 capitais brasileiras, destaca a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB. “Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.
 
O musical tem direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias Entretenimento. O texto é de Patrícia Andrade, que flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical - dos primeiros passos como cantora em Brasília a sua explosão nacional - sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.
 
A direção musical é de Lan Lanh, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como Flor do Sol, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como Malandragem (Cazuza/Frejat), Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e Por Enquanto (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como All Star, O Segundo Sol, Relicário, Luz dos Olhos e E.C.T., entre outras.
 
O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, que conta ainda com  Emerson Espíndola, Evelyn Castro, Ingrid Gaigher, Leandro Daniel, Jana Figarella, Jandir Ferrari, Thainá Gallo. Os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João.
 
Ela surpreendeu a todos e, antes mesmo dela cantar, já estávamos magnetizados pela figura tímida e doce que ela é. Ao final da primeira música, ficamos um pouco em silêncio, admirados com o que estava diante de nós. Existem algumas semelhanças entre ela e a Cássia e foi essa pureza de estado que nos arrebatou”, complementa Viniciús.
 
Para João Fonseca, esse é um espetáculo diferente dos musicais biográficos que ele dirigiu anteriormente (sobre Tim Maia e Cazuza). “É focado no essencial, simples e teatral como a própria Cássia. Apenas cadeiras, os atores e os músicos. A Márcia Rubin elaborou uma coreografia diferente, não é uma dança convencional, mas uma movimentação coreográfica”, acrescenta.
 
A banda é formada por Felipe Caneca e Roberto Kauffman (pianistas), Pedro Coelho (baixista), Diogo Viola (guitarrista), Mauricio Braga (baterista) e Fernando Caneca (violonista). A ficha técnica do espetáculo completa-se com os figurinos de Marília Carneiro e Lydia Quintaes, iluminação de Maneco Quinderé, cenários de Nello Marrese e Natália Lana e direção de movimento de Márcia Rubin.
 
MÚSICAS
 
1. Do Lado Do Avesso (Cássia Eller)
2. Lanterna dos Afogados (Herbert Vianna)
3. Eu Queria Ser Cássia Eller (Péricles Cavalcante)
4. Come Together (Lennon/Mc Cartney)
5. Vinheta: Noturno (Graco/Caio Sílvio)
6. Que País é Este (Renato Russo)
7. Flor do Sol (Cássia Eller/Simone Saback)
8. Noite do Meu Bem (Dolores Duran)
9. Mercedez-Benz (Janis Joplin with the posts Michael McClure and Bob Neuwirt)
10. Pra longe do Paranoá (Oswaldo Montenegro)
11. Ne me Quitte Pas (Jacques Brel)
12. Vinheta: Eu Queria Ser Cássia Eller
13. Eleanor Rigby (Lennon/Mc Cartney)
14. Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz)
15. Vinheta: Stairway to Heaven (Page/Plant)
16. Juventude Transviada (Luis Melodia)
17. Rubens (Mario Manga)
18. De Esquina (Xis)
19. Palavras ao Vento (Moraes Moreira/Marisa Monte)
20. Top Top (Mutantes/Arnolpho Lima)
21. Um Branco, Um Xis e Um Zero (Marisa/Pepeu/Arnaldo)
22. Vinheta: Infernal (Nando Reis)
23. Por Enquanto (Renato Russo)
24. Vinheta: Partido Alto (Chico Buarque)
25. Com Você Meu Mundo Ficaria Completo (Nando Reis)
26. Coroné Antonio Bento (João do Valle/Luiz Wanderley)
27. Cocorocó (Marcio Mello)
28. 1º de Julho (Renato Russo)
29. Todo Amor que Houver nessa Vida (Cazuza/Frejat)
30. Malandragem (Cazuza/Frejat)
31. ECT (Nanco Reis/Carlinhos Brown/Marisa Monte)
32. Luz dos Olhos (Nando Reis)
33. Nós (Tião Carvalho)
34. Soy Gitano (J. Monje/José Fernandes Torres/Vicente Amigo)
35. Relicário (Nando Reis)
36. All Star (Nando Reis)
37. Smells Like Teen Spirit (Nirvana)
38. Non, Je Ne Regrette Rien (Michel Vaucaire/Charles Dumont)
39. O Segundo Sol (Nando Reis)
 
ELENCO E PERSONAGENS
 
Tacy de Campos (Cássia Eller)
Ingrid Gaigher (Cláudia/Eugênia)
Emerson Espíndola  (Ronaldo/Marcelo Saback/Elder/Executivo/ Nando Reis)
Evelyn Castro (Nanci Eller/Ana)
Jana Figarella (Rúbia/Dora/Cássia Eller)
Jandir Ferrari / Leandro Daniel (Altair Eller/ Oswaldo Montenegro/ Violonista/ Empresário/ Guto/ Fernando Nunes)
Thainá Gallo (Moema/Lan Lan)
 
Obs: as atrizes Tacy de Campos e Jana Figarella revezam-se na personagem de Cássia Eller sem aviso prévio.
 
FICHA TÉCNICA
 
Texto: Patrícia Andrade.
Direção: João Fonseca e Viniciús Arneiro.
Direção De Produção: Gustavo Nunes.
Direção Musical: Lan Lanh.
Codireção Musical: Fernando Nunes.
 
BANDA
 
Pianistas: Felipe Caneca e Roberto Kauffman
Baixista: Pedro Coelho.
Guitarrista: Diogo Viola.
Baterista: Mauricio Braga.
Violonista: Fernando Caneca.
 
Direção De Movimento: Márcia Rubin.
Figurinista: Marília Carneiro e Lydia Quintaes.
Cenógrafo: Nello Marrese e Natália Lana.
Visagismo: Beto Carramanhos.
Design De Luz: Maneco Quinderé.
Cenotécnico: André Salles e Equipe.
Designer e Engenheiro de Som: João Paulo Pereira
Operação de som: João Paulo Pereira.
Preparador Elenco (Tacy De Campos): Ana Paula Bouzas.
Produtora de Elenco: Cibele Santa Cruz.
Pesquisadora: Barbara Duvivier.
Fotógrafo: Marcos Hermes.
Assistência de Direção: João Pedro Madureira.
Assistência de Direção de Movimento: Luar Maria.
Representante do Espólio da Família da Cássia Eller: Rodrigo Garcia.
Preparação Vocal: Marco Dantonio.
Pianista Ensaiador: Felipe Caneca.
Produção Executiva: Jenny Mezencio
Coordenador de Produção: Helber Santa Rita
Marketing: Mauricio Tavares
Designer: Julliana Della Costa
Idealização: Gustavo Nunes
Uma Produção Turbilhão De Ideias Entretenimento
Realização: Turbilhão de Ideias Entretenimento e Opus Promoções
 
Serviço
 
SÃO PAULO (SP)
Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 - Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping VillaLobos)
Temporada: De 21 a 13 de agosto

ENGOLINDO SAPO – Últimas apresentações, imperdível...

por Redação.

City Portal
15/03/2017 19:51:00
 
Últimas apresentações após oito anos seguidos em cartaz. Renato Scarpin mostra as loucas relações de qualquer pessoa normal, além de personagens politicamente absurdos
 
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Encerraremos o 'Engolindo Sapo" no mesmo teatro que a peça estreou pela primeira vez, em 2009 !! Com a marca de quase 800 apresentações durante esses 8 anos, em diversos teatros, cidades e estados!
 
O espetáculo solo de humor intercala momentos de 'cara limpa' com personagens inusitadas. Renato Scarpin revela situações que todos nós passamos, mas nunca paramos para pensar em seu lado cômico, mostra de forma hilária as relações entre casais, amigos, família, chefes ou funcionários. Intercalando esses momentos de sátira e descontração, o ator interpreta 4 personagens improváveis: o Sapo da Cantareira, isso mesmo, um sapo que vive na Cantareira e está sofrendo com a falta d'água em São Paulo e com os problemas políticos do momento. Mohamed, um terrorista árabe que só se dá mal no Brasil. Nicanor, um idoso que tenta aprender computação com seu neto, mas encontra todas as dificuldades de se dominar uma nova tecnologia e linguagem tão distantes de sua geração. E, por fim, Marigreides, uma empregada louca e atrapalhada que entende tudo errado.
 
ENGOLINDO SAPO 
 
Concepção e interpretação: Renato Scarpin
Duração: 70 min.
Gênero: Humor
Classificação: 12 anos
 
Teatro Bibi Ferreira (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 - Bela Vista - Tel.: (11) 3105-3129 / 99849-4234)
Sábados, 19h.
R$ 60,00 inteira
Até 25 de março de 2017. ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES
 
 

ENGOLINDO SAPO

por Redação.

City Portal
03/01/2017 14:45:00
 
Há quase sete anos seguidos em cartaz, agora no Teatro Bibi Ferreira, Renato Scarpin mostra as loucas relações de qualquer pessoa normal, além de personagens politicamente absurdos
 
cartazrenato.jpg
 
O espetáculo solo de humor intercala momentos de 'cara limpa' com personagens inusitadas. Renato Scarpin revela situações que todos nós passamos, mas nunca paramos para pensar em seu lado cômico, mostra de forma hilária as relações entre casais, amigos, família, chefes ou funcionários.
Intercalando esses momentos de sátira e descontração, o ator interpreta 4 personagens improváveis: o Sapo da Cantareira, isso mesmo, um sapo que vive na Cantareira e está sofrendo com a falta d'água em São Paulo e com os problemas políticos do momento. Mohamed, um terrorista árabe que só se dá mal no Brasil.
 
renatoscarpin1.jpg
 
Nicanor, um idoso que tenta aprender computação com seu neto, mas encontra todas as dificuldades de se dominar uma nova tecnologia e linguagem tão distantes de sua geração. E, por fim, Marigreides, uma empregada louca e atrapalhada que entende tudo errado.
 
RENATO SCARPIN tem consistente carreira no teatro e na TV, onde fez trabalhos de destaque como
 
O padeiro Joaquim em Um Só Coração, na TV Globo, onde também atuou em Sexo e as Nega, Avenida Brasil, Torre de Babel, Andando nas Nuvens, Malhação, Vila Madalena, Mulher, no humorístico Zorra Total e no canal GShow fez a minisérie / reality Atormentados;
SBT, recentemente fez Chiquititas e também atuou em Uma Rosa com Amor, Esmeralda e Amigas e Rivais;
Record, fez Bicho do Mato;
TV Band, Água na Boca, e na BandSports foi apresentador do programa TV Soberano;
Internet, integra o elenco do canal de humor O Que Tem Pra Hoje, com esquetes cômicas veiculadas também no Comedy Center e no Youtube; faz parte do elenco principal do seriado de animação feito em rotoscopia O Cidadão (In)Comum; e da Webserie "País do Futuro". 

Atuou em mais de 20 espetáculos teatrais, dentre eles
 
A comédia Que Deus nos Sacuda!, da qual também assina a direção;
O solo de humor de sua autoria Engolindo Sapo, que está há mais de seis anos ininterruptos em cartaz com grande sucesso;
Sem Medida, direção de Victor Garcia Peralta;
Motel Paradiso, texto de Juca de Oliveira;
Sábado, Domingo e Segunda, ao lado de Paulo Goulart e Nicete Bruno;
Além dos sucessos Caos Leminsk e Romeu e Julieta (SESI), entre tantas outras peças importantes em sua carreira.
Atualmente, também vive o médico Dr. Eduardo na tradicional comédia "Trair e Coçar é Só Começar", de Marcos Caruso.
 
No cinema, atuou em curtas e longas-metragens como Mulheres do Brasil, Chatô – O Rei do Brasil, O Diário de Lory Lamby, Minha Voz, Minha Vida, além de centenas de locuções e filmes publicitários – entre eles, a cômica campanha da Topper (Rugby e Futebol). Atualmente, trabalha como autor no roteiro de um novo longa-metragem.
 
É autor de sete textos teatrais, alguns inéditos, e dirigiu mais de dez peças, entre elas, Que Deus nos Sacuda!; o espetáculo que também é de sua autoria Mulheres, Tanta Coisa em Comum; o musical Amor e Música; a comédia dramática É... Quem tem amigo tem tudo, o drama Chico, além de Comunhão de Bens, Proposta Indecente, A Filha do Sol, Loucura Centenário e ÓeuaíÓ.
 
ENGOLINDO SAPO  
Concepção e interpretação: Renato Scarpin
Duração: 70 min.
Gênero: Humor
Classificação: 12 anos
Teatro Bibi Ferreira (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 - Bela Vista - Tel.: (11) 3105-3129 / 99849-4234)
Sábados, 19h.
R$ 60,00 inteira
De 14 de janeiro a 25 de março de 2017.

MY FAIR LADY se despede da temporada com sessão popular às quintas

por Redação.

City Portal
08/11/2016 18:49:00
 
Musical dirigido por Jorge Takla já foi visto por mais de 45 mil pessoas e sai de cartaz em 11 de dezembro 
 
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A cinco semanas do encerramento, My Fair Lady comemora o grande sucesso de público com mais uma novidade. Durante o período de prorrogação da temporada, o musical que ocupa o Teatro Santander desde 27 de agosto, realiza sessões populares sempre às quintas-feiras, às 17h, com ingressos a R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia), em todos os setores, até 8 de dezembro. Com direção de Jorge Takla, que assina a produção junto com Stephanie Mayorkis, diretora da divisão de teatro da IMM Esporte e Entretenimento, o espetáculo já recebeu mais de 45 mil espectadores e teve sua temporada prorrogada até 11 de dezembro.
 
Um dos nomes mais conhecidos (e consagrados) das grandes produções musicais brasileiras, com vários prêmios e indicações no currículo, Fred Silveira assume definitivamente o papel principal da montagem nas semanas extras da temporada, a partir desta quinta-feira, 10 de novembro. Intérprete do personagem Freddy Eynsford-Hill, ele já atuava como alternante do protagonista Paulo Szot como o aristocrático professor Henry Higgins e permanecerá no papel até o fim das sessões extras, já que Szot terá que retornar à Europa por conta de compromissos anteriormente agendados.
 
Considerado um dos musicais mais populares de todos os tempos, My Fair Lady está completando 60 anos e baseia-se no clássico Pigmalião, de George Bernard Shaw. No papel da protagonista Eliza Doolittle está a goiana Daniele Nastri, selecionada por meio de audição entre quase 600 candidatas. Também fazem parte do elenco - que conta com um total de 30 atores e 14 músicos - nomes conhecidos do público brasileiro como Sandro Christopher (Alfred Doolittle), Eduardo Amir (Coronel Pickering), Eliete Cigaarini (Sra. Higgins) e Daniela Cury (Sra. Pearce).
 
A música original é de Frederick Loewe. O libreto e as letras – de autoria de  Alan Jay Lerner – foram vertidos para o português por  Cláudio Botelho. Luis Gustavo Petri é o responsável pela direção musical do espetáculo. Completam a ficha técnica a diretora associada e coreógrafa Tânia Nardini, o figurinista Fábio Namatame, o iluminador Ney Bonfante e o cenógrafo argentino Nicolás Boni.
 
FICHA TÉCNICA
My Fair Lady
Uma produção Jorge Takla, Stephanie Mayorkis e IMM
Baseado no clássico Pigmalião, de George Bernard Shaw 
Músicas: Frederick Loewe 
Texto e Letras:  Alan Jay Lerner
Versão Brasileira: Cláudio Botelho
Direção Geral: Jorge Takla
Direção associada e Coreografia: Tânia Nardini
Direção Musical: Luis Gustavo Petri 
Cenário: Nicolás Boni
Figurino: Fábio Namatame
Design de Luz: Ney Bonfante
Design de Som: Tocko Mickelazzo
Visagismo: Duda Molinos
Perucas: Feliciano San Roman
Produtora e diretora da divisão de teatro da IMM: Stephanie Mayorkis 
 
Elenco: Fred Silveira (Prof Higgins), Daniele Nastri (Eliza Doolittle), Sandro Christopher (Alfred Doolittle), Eduardo Amir (Cel. Pickering), Felipe Tavolaro (Freddy Eynsford- Hill), Eliete Cigaarini (Sra. Higgins), Daniela Cury (Sra. Pearce), Ana Luiza Ferreira (ensemble feminino), Ana Paula Villar (ensemble feminino), Carol Costa (ensemble feminino), Claire Nativel (ensemble feminino), Debora Dib (ensemble feminino), Gisele Jesus (ensemble feminino), Janaina Bianchi (ensemble feminino), Luana Zenun (ensemble feminino), Maria Isabel Nobre (ensemble feminino), Talitha Pereira (ensemble feminino), Cadu Batanero (ensemble masculino), Cayo Caesar (ensemble masculino), Daniel Cabral (ensemble masculino), Diego Luri (ensemble masculino), Elton Towersey (ensemble masculino), Fernando Cursino (ensemble masculino), Paulo Grossi (ensemble masculino), Marcio Louzada (ensemble masculino), Rafael Villar (ensemble masculino), Mariana Barros (swing feminino), Thiago Jansen (swing masculino/dance capitan)
 
Ministério da Cultura, Mercado Livre e Mercado Pago apresentam:
My Fair Lady
Temporada (sessões extras): até 11 de dezembro de 2016
Local: Teatro Santander
Endereço: Complexo do Shopping JK - Av. Juscelino Kubitschek, 2041 - Itaim Bibi - SP
 
Horários
Quinta, às 17h e 21h
Sexta, às 21h
Sábado, às 17h* e 21h
Domingo, às 16h e 20h
 
Ingressos
Sessões populares
*Quintas às 17h – dias 3, 10, 17 e 24/11 e 01 e 08/12
Frisas balcão: R$ 50,00
Balcão nobre B: R$ 50,00
Balcão nobre A: R$ 50,00
Frisas plateia superior: R$ 50,00
Plateia superior: R$ 50,00
Plateia VIP: R$ 50,00
 
Quintas às 21h
Frisas balcão: R$ 50,00
Balcão nobre B: R$ 50,00
Balcão nobre A: R$ 120,00
Frisas plateia superior: R$ 140,00
Plateia superior: R$ 180,00
Plateia VIP: R$ 240,00
 
Sextas, sábados e domingos às 16h
Frisas balcão: R$ 50,00
Balcão nobre B: R$ 50,00
Balcão nobre A: R$ 140,00
Frisas plateia superior: R$ 160,00
Plateia superior: R$ 200,00
Plateia VIP: R$ 260,00
 
Domingos às 20h
Frisas balcão: R$ 50,00
Balcão nobre B: R$ 50,00
Balcão nobre A: R$ 50,00
Frisas plateia superior: R$ 160,00
Plateia superior: R$ 200,00
Plateia VIP: R$ 260,00
 
Vendas:
 
Ingresso Rápido (http://www.ingressorapido.com.br), Entretix (http://www.entretix.com.br) ou pelo telefone (11) 4003-1022
Bilheteria do teatro - horário de funcionamento: domingo a quinta, das 12h às 20h ou até o início do espetáculo / sexta e sábado, das 12h às 22h)