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Sonhos de Avalon: A última profecia

por Redação.

20/02/2018 22:40
 
Em “Sonhos de Avalon”, Bianca Briones mescla a Idade Média com o século XXI para dar uma nova roupagem ao mito do Rei Arthur. Morgana Pendragon é uma das últimas feiticeiras de Avalon e irmã de Arthur, rei da Britânia. Aos 12 anos, ele seguiu com Merlin para seu treinamento de cavaleiro, enquanto Morgana, que nasceu com os dons sobrenaturais da mãe, partiu para Avalon. Separados durante anos, os irmãos se unem novamente no dia da morte dos pais, que culminou na coroação de Arthur, novo protetor da magia.
 
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Morgana tem o dom de enxergar dentro da mente das pessoas, ler intenções e prever o que pode acontecer. A juventude faz com que sua magia ganhe mais força. Porém, ela é constantemente atormentada por sonhos cada vez mais vívidos. Eles se passam em outro tempo, séculos à frente, e sempre envolvem uma garota. Morgana não sabe quem é a estranha que domina suas visões, tampouco imagina que Melissa exista de verdade e que talvez seja a chave para salvar a Britânia.
 
Bianca Briones é autora da série “Batidas perdidas”. “Sonhos de Avalon”, seu primeiro livro de fantasia lançado pelo Grupo Editorial Record, começou a ganhar forma em 2001, quando surgiu a ideia inicial da série. O projeto retornou em 2007, mas, segundo a autora, “ainda não era hora de esta história despertar”. Somente em 2012, motivada pelo avô, é que Bianca voltou de vez para a duologia.
 
Sonhos de Avalon: A última profecia
Bianca Briones
Páginas: 424
Preço: R$ 47,90
Editora: Bertrand Brasil | Grupo Editorial Record

TESTEMUNHA

por Redação.

10/01/2018 22:22
 
Tendo como cenário a Guerra da Bósnia e o Tribunal de Haia, novo romance de Scott Turow fala sobre genocídio e política
 
Turow recria com sucesso as incertezas do conflito da Bósnia e suas consequências, a mistura de racismo, violência militar e crime. Um livro admirável e fundamental.” - New York Times
 
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Ex-advogado, o autor americano Scott Turow é um dos maiores nomes do gênero conhecido como “thriller jurídico”, e já vendeu mais de 30 milhões de exemplares em todo o mundo. Em “Testemunha”, que chegou às livrarias no fim de novembro pela Record, os tribunais americanos deixam de ser o cenário da história, e Turow se embrenha pelos fascinantes meandros do Tribunal Penal Internacional de Haia, na Holanda.
 
O protagonista é Bill Ten Boom, um advogado que vive uma intensa crise de meia idade: deixou a carreira, a esposa e sua cidade. Mas, quando recebe a oportunidade de trabalhar num caso do Tribunal Penal Internacional , uma organização que lida com crimes contra a humanidade, ele se sente animado novamente.
 
Sua tarefa é descobrir o que aconteceu com os moradores desaparecidos de um vilarejo cigano no caos posterior à Guerra da Bósnia. Mas os suspeitos são muitos, de organizações paramilitares sérvias ao governo dos Estados Unidos, e todos os envolvidos no caso parecem ter muito a esconder. Enquanto Boom interroga militares, advogados e o único cigano sobrevivente ao suposto massacre, Turow oferece ao leitor seu maior diferencial: seus thrillers não são apenas carregados de ação e intrigas, mas também de personagens cheios de nuances e belissimamente construídos.
 
Com uma pesquisa abrangente, o autor mergulha o leitor pelos corredores do Tribunal de Haia, mostrando seu funcionamento e seu trabalho; e revela ainda detalhes reais sobre a Guerra da Bósnia e a cultura do povo cigano da região dos Bálcãs.
 
TESTEMUNHA
(Testimony)
SCOTT TUROW
Páginas: 504
Preço: R$ 54,90
Tradução: Alessandra Bonrruquer
Editora: Record

A IDENTIDADE ENVERGONHADA

por Redação.

04/12/2017 13:17
 
Considerado um dos mais importantes pensadores da França na atualidade, Alain Finkielkraut também é conhecido por suas posições polêmicas sobre imigração e multiculturalismo. No livro "A identidade envergonhada", o filósofo conservador defende que o que se observa hoje no país é o comunitarismo.
 
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Finkielkraut  afirma que a imigração costumava acompanhar a integração na cultura francesa, mas que isso não é mais visto hoje em dia. "Nossa herança, que certamente não faz de nós seres superiores, merece ser preservada, cultivada e transmitida tanto aos autóctones quanto aos recém-chegados. Resta saber, num mundo que substitui o prazer do texto pelo frenesi do torpedo e promove também o julgamento do elitismo cultural em nome da igualdade, se ainda é possível herdar e transmitir.", escreve no livro.
 
O filósofo relata também que os casamentos mistos, que favorecem a miscigenação, estão em declínio. "A identidade envergonhada" aborda ainda temas como secularismo, falhas no sistema educacional, desigualdades sociais e o crescimento do populismo.
 
A IDENTIDADE ENVERGONHADA
(L'identité malheureuse)
Alain Finkielkraut
160 páginas
R$ 39,90
Difel/ Bertrand Brasil
(Grupo Editorial Record)

MARY BARTON

por Redação.

04/12/2017 12:42
 
Obra se passa na Manchester do século XIX e, em meio a um triângulo amoroso, reflete as lutas trabalhistas durante a revolução industrial
 
Leitura imprescindível para os admiradores de romances de época e, principalmente, para os que são fãs de grandes escritoras inglesas.” – The Guardian
 
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O leitor contemporâneo terá dois bons motivos para se interessar por Mary Barton: o retrato realista de uma cidade e seus habitantes numa época que tem repercussões no modo em que vivemos até hoje; e uma velha e boa história de amor e assassinato, daquelas de nos deixar roendo as unhas até a última página.” – Julia Romeu, tradutora
 
As grandes escritoras do século XIX – Elizabeth Gaskell é uma delas – têm um domínio narrativo impressionante, não deixam espaços frouxos, desconexos, inúteis. Conhecem como poucos a arte de contar uma história e parecem ter sempre as rédeas na mão enquanto nos conduzem nessa viagem pelo tempo e pelo espaço.” – Heloisa Seixas
 
Neste romance impactante, a escritora britânica Elizabeth Gaskell (1810-1865) revela a luta de classes entre trabalhadores e patrões vigente na cidade de Manchester do século XIX. John Barton, operário que cria sozinho sua filha, Mary, leva uma vida difícil com o pouco que ganha por seu trabalho na fábrica. A moça logo começa a trabalhar como costureira, para ajudar seu velho pai nas despesas.
Jem, um jovem da família Wilson, amiga dos Barton, desde cedo nutre um sentimento pela bela Mary. Juntas nas dificuldades, as duas famílias seguem firmes frente às injustiças cometidas contra os trabalhadores. A jovem, porém, se ilude com as propostas de Henry Carson, filho do dono da fábrica em que seu pai trabalha, formando o triângulo amoroso que permeia a trama.
A situação social se agrava e, entre a falta de emprego e os salários miseráveis oferecidos, os trabalhadores escolhem negociar e protestar. Gaskell nos apresenta um final surpreendente, tanto para o embate social quanto para o desfecho amoroso.
Elizabeth Gaskell escreveu o livro em meio à crescente Revolução Industrial, ocorrida no século XIX, e às lutas trabalhistas por mais direitos. Apesar da origem burguesa da autora e embora ela não tivesse a intenção de apoiar a chamada revolução, o livro chegou a ser considerado subversivo devido à sensibilidade com que lida com a causa trabalhista.
Com a denúncia dos burgueses, o editor de Gaskell a convenceu de que deveria dar mais ênfase ao núcleo amoroso, a fim de sanar as críticas, e ela o fez, substituindo inclusive o título John Barton por Mary Barton. A então protagonista ganha status de heroína ao final do romance, papel que em geral não cabia às mocinhas da época.
 
MARY BARTON
Elizabeth Gaskell
Tradução: Julia Romeu
Páginas: 462
Preço: R$ 54,90
Editora: Record / Grupo Editorial Record

A obsessão

por Redação.

25/11/2017 20:11
 
Uma gratificante mistura de suspense e romance. Impossível parar de ler.”- Library Journal
 
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Naomi tinha apenas 11 anos quando viu o pai sair de casa na madrugada e decidiu segui-lo escondida. O que deveria ser apenas uma brincadeira de criança se tornou um pesadelo. Isso porque Naomi descobre que o pai mantinha uma jovem em cativeiro no porão de uma casa abandonada. Quando ele vai embora, Naomi consegue liberar a refém e a acompanha até a delegacia para que faça uma denuncia. Esse não foi o único crime em que o pai da menina esteve envolvido. Ele também foi responsável pelo estupro e morte de outras vinte jovens. 
 
Anos depois, agora Naomi é uma fotógrafa bem-sucedida que resolveu se distanciar da família e dos traumas do passado. Apesar de desejar ficar sozinha, ela acaba cedendo aos encantos de Xander, um mecânico da região. Mas mesmo certa de que está onde sempre quis, os crimes do pai ainda a atormentam.
 
A obsessão
Nora Roberts
Páginas: 462
Preço: R$ 44,90
Tradução: Carolina Simmer
Editora: Bertrand Brasil | Grupo Editorial Record